Em nota de solidariedade à coordenadora da Comissão de Justiça e Paz da CNBB, irmã Henriqueta Cavalcante, ameaçada por telefonema já rastreado pela Polícia Civil, o bispo do Marajó,dom José Luís Azcona, raciocina que ele é a prova viva de que ela não se deve deixar intimidar pelas ameaças disparadas por quem tem interesses contrariados na CPI da Pedofilia. Um dos bispos ameaçados de morte pelo crime organizado no Pará, dom Azcona foi quem obrigou, com suas denúncias, a abertura da CPI.