Acompanhando o boom do crescimento de grandes hospitais particulares na região metropolitana de Belém, me pergunto: -Se o privado pode, por quê o publico não?
O avanço mediocre nas politicas públicas, que nada mudam substancialmente na qualidade do serviço prestado em postos e hospitais pelo Brasil, e que no Marajó é causa endêmica, permitem esta comparação. Municipios marajoaras que não têm como assistência básica, serviços de ulrassonografia e endoscopia, e que lhes obriga a contratar o serviço (mesmo com o aval de SESPA e MS) de forma amadora e clientelista, me causa repulsa. Em SSBV existe o maior exemplo desta prática. A relação comercial entre o prestador de serviço médico ,Itamar Cardoso e a gestão da saúde, no mínimo nos causa estranhesa.
A necessidade de se ter o serviço de diagnósticos de ultrasson em SSBV é evidente, nosso questionamento é sobre a lisura na contratação do serviço, queremos respeito a lei 8.666, onde o quesito moralidade é fator determinante pra contratação de serviços.
Com a palavra a secretaria Municipal de Saúde de SSBV