Mais uma vez o Marajó é mostrado de forma depreciativa pela grande midia paraense. Desta vez a troca de óleo diesel por sexo nos rios do arquipélago foi abordada pelos jornalista que fizeram a matéria.
O que é mais preocupante, é que não existe na matéria uma linha sobre o que fazer para resolver este problema, que já esta aí há décadas e ninguém faz nada.
Não seria melhor que, junto com a equipe de políciais fortemente armados que fizeram esta operação na qual a equipe da RBA estava presente, fizessem parte também psicólogos, assistentes sociais, pedagogos, para fazerem um levantamento das famílias que passam fome e que nem sempre são atendidas pelos programas sociais do governo?
Tratar esta gente como bandidos, não está certo !