Com uma grande ação artístico/cultural, o Instituto de Artes do Pará (IAP) integra a caravana do Pro Paz cidadania do Governo do Estado do Pará no Marajó. O IAP levará uma extensa programação cultural aos municípios visitados. Serão 17 cidades que terão a oportunidade de conhecer curtas metragens produzidos no estado por profissionais que militam na linguagem áudio-visual. Além de filmes, haverá grupos folclóricos, teatro, música e dança, com artistas locais, valorizando suas culturas e produtos artísticos.

Ponta de Pedras, primeira cidade do circuito, já neste sábado, 25, verá a produção de realizadores de áudio visual de Castanhal, Belém, Santarém, Marapanim, etc, sendo a primeira vez que se compõe uma mostra contendo realizações de diversos municípios do Pará. Esta ação, oportunizada pela primeira etapa de contato e identificação dos atores em toda a região do Marajó, é a concretização e implantação do Mapa das Artes do Pará, que possibilitará a identificação de artistas, técnicos e espaços da região. O circuito termina dia 12 de maio, na cidade de Santa Cruz do Arari.

Confira a programação

• Voa Japiim, Voa (Castanhal) – Animação de Jhames Sousa

Sinopse: A história de um pequeno Japiim que recebe graça da Virgem de Nazaré.

• A Festa da Pororoca (Belém) – Animação de CássioTavernard

Sinopse: Em baixo d’água, todos começam a chegar para a festada passagem da grande onda.

• Brega S/A (Belém) – Documentário de Vladimir Cunha e Gustavo Gondin

Sinopse: Retrata o peculiar fenômeno cultural e social através de personagens como DJ Maluquinho, que se auto-pirateia e enriquece sem precisar de empresário ou gravadora.

• O Menino Urubu (Belém) – Animação de Roberto Ribeiro e Fernando Alves

Sinopse: É a história de uma criança encontrada num lixão por um casal de urubu o qual a adota e a cria no contexto da espacialidade amazônica.

• Salvaterra, Terra de Negro (Belém) – Documentário de Priscila Brasil

Sinopse: O dia a dia das comunidades, os conflitos de terra, aexpectativa da demarcação, as ameaças dos fazendeiros e a luta para manter a cultura viva estão representados de uma forma poética. Um registro de 12 comunidades tradicionais amazônicas no século XXI.