Com os braços cruzados desde o ultimo dia 16, os servidores da Educação de Curralinho, na Ilha do Marajó, realizarão assembleia na manhã de hoje para definirem os rumos do movimento grevista.
De acordo com o sindicato da categoria, a prefeitura de Curralinho, sem justificativa plausível, tirou do salário dos servidores alguns benefícios já garantidos pelo PCCR.

Ato realizado na ultima sexta-feira (17)

Profissionais da Educação Especial, readaptados e até mesmo quem está de licença saúde, tiveram cortes que chegam a 50% do salário.
“Para se ter uma ideia do caos instalado na Educação em Curralinho, o segundo semestre letivo ainda não começou, e com o atraso do inicio do ano letivo, os 200 dias ou 800 horas de aulas exigidos na LDB com certeza não serão cumpridos”, explica o coordenador do SINTEPP, Randel Salles.
Enquanto isso, a prefeitura de Curralinho gastará muito recurso público para trazer “atração nacional” para o Festival do Açaí, que acontecerá em setembro.
O blog não conseguiu contato com a assessoria da prefeita Alda Aires, mas deixa o espaço aberto para esclarecimentos.