A juíza de Cachoeira do Arari quando chegou àquela Comarca encontrou uma herança maldita, tanto que foi promovida para lá justamente para “arrumar a casa”. Mas está difícil. A Comarca está engessada. Já oficiou ao Tribunal informando que lamentavelmente o Setor de Informática do TJE ainda não colocou o sistema SAP em funcionamento depois de um bug. A Comarca está sem Promotor. Tanto que já oficiou ao Ministério Público estadual. Não possui Defensor Público, o que também pediu providências à Defensoria Pública. A Comarca não tem nenhum bacharel em Direito residindo lá para que pudesse ser nomeado como dativo junto aos processos. Em resumo, a esforçada magistrada, coitada, não é culpada de nada.

Extraído da coluna de Odacyl Cattete no Diário do Pará