Com a chegada das férias, as viagens para o marajó se tornam uma aventura. Barcos e ferryboats abarrotados de mercadorias e passageiros. Os preços das passagens aumentam e o serviço que nunca foi bom, piora ainda mais. Viagens para Breves, Muaná, São Sebastião da Boa Vista e outras cidades destas bandas do arquipélago, não são regulamentadas pela ARCON; aí meu mano, a baderna é generalizada. A gratuidade raramente é respeitada, o tempo da viagem depende do bom humor dos encarregados/comandantes das embarcações.
E a segurança na navegação?
Bom, sem comentários !!!