A expansão do atendimento bancário no Arquipélago do Marajó, com a instalação de agências e postos de serviço, foi tratado pela coordenação do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Marajó (PDRS), em reunião com representantes do Banco do Estado do Pará (Banpará), Banco do Brasil, Banco da Amazônia (Basa) e Caixa Econômica Federal (CEF), na quinta (10), no CIG. O objetivo é ampliar o fomento ao setor produtivo.
O PDRS Marajó é um documento consolidado em 2007, pela União, Estado, municípios e sociedade civil, e prevê uma série de ações voltadas ao desenvolvimento do arquipélago, como a construção do linhão e outras obras estruturantes.
Participaram da reunião o coordenador Geral de Planejamento e Gestão Territorial do Ministério da Integração Nacional, Júlio Miragaya; o diretor de Integração Territorial da Secretaria de Estado de Integração Regional (Seir), Denivaldo Pinheiro; o presidente da Amam e prefeito de Portel, Pedro Barbosa, e os prefeitos de São Sebastião da Boa Vista, Getúlio Brabo, de Melgaço, Adiel Souza, e de Ponta de Pedras, Marcus Vinícius de Moraes.
O representante do Banco do Brasil, Sérgio de Jesus, anunciou que existem quatro agências no arquipélago, instaladas em Afuá, Breves, Portel e Soure, e que serão abertos mais 11 postos de atendimento até 2014, mas a coordenação do Plano insistiu para que esse prazo seja antecipado para 2011.
À Caixa Econômica foi solicitada a expansão do atendimento bancário em lotéricas, inclusive, com a instalação de caixas eletrônicos. Ao Banpará, que possui três agências, em Breves, Salvaterra e Afuá, foi pedida a abertura de um posto de atendimento em Santa Cruz do Arari.
E ao Banco da Amazônia, que tem apenas uma agência no Marajó, em Soure, foi requerida a instalação de pelo menos mais duas agências para operacionalizar o Fundo Nacional do Norte (FNO), inclusive o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf B).
Fonte: Seir